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    Blog da Paulinha



    A História do Vento

    Espero que gostem deste pequeno conto!!!

     

    A História do Vento

      Eu sou o vento, e estou contente com minha existência. Há pouco deixei de ser uma leve e suave brisa, e não quero ser um tornado. Gosto das expressões de alegria das crianças quando passo por elas, e não das marcas da desgraça que um sádico e vingativo tornado deixa estampadas no rosto dos inocentes.

      Ando por muitos lugares, e faço verdadeiros amigos nos locais em que passo. Ouço histórias absurdas, como a de uma fada distraída que perdeu sua varinha mágica dentro de um manguezal, ou a de um grande tubarão martelo que, desde pequeno, tinha o desejo de comer as raízes de uma seringueira que dava mangas! Esta história, em especial, gosto muito, pois se contasse, ninguém acreditaria!

        Meu amigo Rio foi quem mais enriqueceu minha imaginação com lindas narrativas. Este meu grande amigo nasceu no deserto, deu a volta ao mundo, passou por Atlântida, desaguou no mar morto, atravessou os continentes, foi o Deus de vários Antigos... E as pessoas teimam em pensar que ele é apenas um simplório Rio.

         Se você prestar atenção, verá que o Rio possui muitas histórias para contar. Assim como os pássaros, que as cantam a cada começo de um novo dia. Assim como o Sol, que irradia autenticidade.Assim como as estrelas,que sussuram conselhos. Meu trabalho é dispersar estas histórias pelo mundo.

     

     

     



    Escrito por Paula Akkari às 15h44
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    Um Conto de Estrelas

    Espero que gostem de minha crônica! Resolvi mudar o jeito de escrever neste texto. Será um "conto-de-fadas-apólogo"!

    Um Conto de Estrelas

    Na terra, poucas pessoas sabem dos segredos da Vida. Poucos podem ser revelados, todavia não vai fazer mal contar um: Alguns bêbes são estrelas que caíram do céu para trazerem alegria celestial, um sentimento tão puro que vence o mal que reina dentro de algumas pessoas.

    A Lua convida as estrelas para descerem. Sempre, todas são voluntárias. Até um dia...

    Este dia foi muito triste. Foi quando a pequena Cymbellina não quis descer. A Lua, preocupada, foi conversar com a pequenina estrelinha.

    -Querida, por que você não deseja se transformar em um bebê?

    Cymbellina respondeu:

    -Por que eu tenho medo.

    Lua a fitou tentando compreender a estrelinha e disse com ternura:

    -Querida, você é tão poderosa que livra o medo das pessoas, subistituindo-os por amor, o ódio substituindu-os por amizade. Você não faz a diferença, você é a diferença!!!

    Cymbellina, ainda triste, falou:

    -Lua, eles são muitos! Lembra dos humanos malvados que jogam bebês pela janela? Lembra dos humanos malvados que jogam os bebês no lixo? Lembra dos malvados que matam os bons? Nunca irei vencê-los.

    A pequena estrelinha estava tão triste que seu brilho cintilante não passava de uma purpurina enfraquecida.

    -Querida, você deve ter observado a Terra, visto injustiças, crimes, queimadas, preconceito... Mas, quando está escuro, nunca é tarde para acender uma vela. Você dificilmente conseguirá sozinha, mas certamente com companheiros que lutam pela mesma causa que você. Quando todos lutarem por uma boa causa, o Mundo será um só.

    Cymbellina sorriu e seu brilho se tornou quase cegante.

    -Sim Lua. O Mundo será um só.

    Está foi uma das decidas mais brilhantes que já houveram. 



    Escrito por Paula Akkari às 20h19
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